Vigilantes continuam em greve e sindicato da categoria emite nota à imprensa

O Sindicato das Empresas de Segurança e Vigilância do Distrito Federal (SINDESP-DF) vem a público esclarecer que, ao contrário do que vem sendo divulgado pelo Sindicato dos Empregados das Empresas de Segurança e Vigilância do DF (SINDESV-DF), os empresários do setor esgotaram todas as possibilidades de negociação com a categoria.

Vale lembrar que ocorreram mais de 20 reuniões, desde dezembro de 2017, muitas das quais acompanhadas por integrantes do Ministério Público do Trabalho, envolvendo os dois sindicatos. Estas negociações resultaram na concordância de vários pleitos da categoria laboral.

Ao contrário do que alega o sindicato laboral, as empresas não querem acabar, em momento algum, com o plano de saúde, auxilio odontológico e fundo de indenização decorrente de aposentadoria por invalidez por doença de qualquer natureza. A intenção é ter mais transparência, prestação de contas e adequação ao valor de mercado em cada um destes itens supracitados.

Diferentemente do que a Diretoria do SINDESV-DF tenta induzir, em especial, a manipulação orquestrada pelo deputado distrital Chico Vigilante, que busca atender seus interesses políticos, ressaltamos que o SINDESP/DF está preocupado com a manutenção dos mais de 20 mil empregos diretos no DF, assegurando os direitos conquistados.

Ademais, as inverdades propagadas por meio do informativo “Olho Vivo”, editado pelo sindicato da categoria laboral, que destaca inúmeras retiradas de direitos, são facilmente desmentidas pelo SINDESP-DF, pelo simples fato dos vigilantes permanecerem recebendo seus salários, vales-transporte, tíquetes-alimentação, uniformes, plano de saúde, seguro de vida, plano odontológico, dentre outros benefícios intrínsecos à atividade.

Esclarece, ainda, que no intuito de preservar a população do Distrito Federal diante da deflagração de GREVE, por parte do sindicato laboral, é desejo do empresariado reabrir negociações do aumento salarial, garantindo os direitos e a segurança jurídica aos empregados.

É lamentável que a sociedade, mais uma vez, tenha o ônus de interesses de uma categoria, prejudicando milhares de brasilienses, em detrimento de interesses políticos da diretoria de um sindicato. (Colaboração: Proativa Comunicação)

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *